Chuvas adiam festa em Sertânia, no Sertão de PE

Nesta segunda-feira dia (23), as chuvas caíram bem nas cidades de Arcoverde, Custódia e Sertânia, no Sertão do Moxotó. Também choveu bem em Afogados da Ingazeira no Alto Pajeú.
Em Sertânia, a Prefeitura informa em nota que o excesso de chuvas comprometeu a estrutura elétrica do palco. Para resguardar a segurança no evento, após orientação da equipe técnica, o prefeito decidiu adiar a festa desta noite com Harry Estigado e Cavaleiros do Forró.
A festa será realizada nesta terça (24), a partir das 22h, na Praça de Eventos.

Cidades do Vale do São Francisco se preparam para o revezamento da Tocha Olímpica

????????????????????????????????????Proxima sexta-feira (27), as cidades de Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Orocó e Cabrobó, todas na região do Vale do São Francisco pernambucano, vão viver momentos excepcionais de suas historias. Por elas estará passando a Tocha Olímpica e por conta desse evento algumas transformações foram promovidas para agradar cada visitante, sem falar que os olhos do mundo estão voltados para o Brasil.

As cidades de Santa Maria da Boa Vista, Orocó e de Cabrobó, fizeram o maximo para tornar suas entradas mais belas. Praças foram reformadas e outras construídas, estruturas foram montadas de acordo com o momento e a própria cidade, nesta semana do revezamento da Tocha Olimipa já vive momentos de euforia. Todas as cidades decretaram pontos facultativos para o funcionalismo público municipal, alguns comércios vão baixar as portas para que seus funcionários possam acompanhar esse momento único na região.

Programação do Revezamento da Tocha Olímpica em Orocó-PE

thumbnail_IMG-20160523-WA0035

Mãe do agressor de Ana Hickmann lamenta morte do filho: 'Era bom. Destino cruel'

Wanda Simões de Pádua, mãe do agressor de Ana Hickmann lamenta morte do filho após enterro: 'É uma fatalidade o que aconteceu. O destino foi muito cruel. Tirou o meu filho, o meu caçula que eu amava tanto'Após ser alvo de uma tentativa de homicídio em um hotel de Belo Horizonte, Ana Hickmann já está novamente em casa com a sua família, em São Paulo, enquanto o enterro de Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos, o responsável pelo crime, aconteceu no Cemitério Municipal de Juiz de Fora, na manhã desta segunda-feira (23). Wanda Simões de Pádua, de 75 anos, mãe do agressor, foi a única parente a se manifestar durante o velório e o enterro.

A mãe de Rodrigo, que era o caçula de cinco irmãos, também falou sobre sua ida para Belo Horizonte. "Ele foi para conhecer a cidade, porque meu outro filho mora lá. Ele ia para outro lugar. Foi uma fatalidade que aconteceu. Tenho certeza de ele não foi lá para fazer mal para ninguém. Ele só queria conversar. Mas como o destino foi cruel, tirou o meu filho de mim. Meu caçula, que eu amava tanto. Agora vai ficar no só meu coração", lamentou a morte do fã da apresentadora atingido por dois tiros dados por legítima defesa por Gustavo Correa, cunhado de Ana.

De acordo com Wanda, o filho era um rapaz tranquilo e ligado à família. "Ele era um menino muito bom, muito educado, querido por todos. Ficava mais em casa. Só saía comigo. Era da academia para casa e da casa para academia. Não tinha inimigo, não bebia, não fumava, não tinha vício de nada, não mexia com droga. Era muito carinhoso com os irmãos, muito carinhoso comigo, vivia me abraçando e me beijando dentro de casa", ressaltou.

Rodrigo era fascinado por Ana Hickmann e dizia que a apresentadora correspondia suas mensagens

No perfil que o criminoso mantinha em uma rede social, todos as publicações eram relacionadas à apresentadora, que chegou a desmaiar após ameaças. "Descobrimos essa quantidade de informação há um tempo pequeno", disse o cunhado, Luiz Eduardo de Oliveira Vieira.

Já o irmão de Rodrigo, Helisson de Pádua, chegou ao hotel no início da noite deste sábado e, muito emocionado, falou sobre o irmão. Segundo ele, foram descobertas mensagens de Rodrigo onde ele dizia que se correspondia por textos com a apresentadora. Helisson contou que, ultimamente, o irmão estava mais recolhido ao quarto.

Ana Hickmann não tem data para voltar ao ar após atentado

A mãe do pequeno Alexandre Correa, não comandou o programa "Hoje em Dia", da TV Record, na manhã desta segunda-feira (23). Apesar disso, a apresentadora participou do matinal através de conversa por computador com Cesar Filho e Renata Alves.

"Essas duas noites não foram fáceis para mim. Mas hoje acordei mais calma e tranquila. E ter a família por perto ajuda bastante", iniciou a artista apoiada por Ana Maria Braga. "O dia está sendo longo para mim. Mas o que importa é que o meu cunhado está bem, a Giovana está bem. A família está unida e nessas horas é que a gente quantos amigos tem".

Pesquisa aponta Brasileiro como torneio mais disputado e também pouco organizado

O troféu do Campeonato Brasileiro na Arena do CorinthiansNa visão dos torcedores, o Campeonato Brasileiro é o torneio nacional mais disputado e, ao mesmo tempo, o que mais peca na organização. Para eles, a principal disputa do país necessita de melhorias como seguir o calendário internacional.

A conclusão é resultado de uma pesquisa realizada pela Octagon, agência especializada em esportes, entretenimento e marketing, e que a ESPN obteve acesso com exclusividade.

A agência encaminhou um questionário por e-mail para uma base formada por 540 pessoas nas últimas semanas, sendo que, entre os que responderam, a maioria corresponde a homens (88,3% do total) com idade entre 25 e 34 anos (68,5% do total).

A pesquisa teve como intuito mapear os hábitos de consumo do torcedor, as preferências e as opiniões sobre o Brasileiro, além de sugestões de melhoria. 

O resultado final apontou que os fãs consideram o torneio bastante disputado, mas, apesar do uso de arenas modernas, é pouco organizado, com problemas de comunicação e necessita de alguns ajustes. Entre os quais citaram a preferência pela criação de uma liga gerenciada pelos clubes e independente da CBF para organizar a competição e a presença de mais emissoras transmitindo as partidas do campeonato.

Já quando questionados se o calendário deveria seguir o padrão internacional, 51% concordou. Hoje, o Brasileiro não é interrompido nas datas-Fifa - quando jogadores são convocados para a seleções nacionais e os clubes ficam desfalcados.

Ao sugerirem melhorias os entrevistados também citaram a necessidade dos jogos terem um nível mais alto, embora vejam que é relativamente menos importante nivelar os clubes para garantir maior competitividade. Ou seja, a conclusão neste caso é que a paixão pelo clube é maior em relação ao esporte e ao campeonato.

APOIO AO PRÓPRIO CLUBE

Questionados como pretendem acompanhar o campeonato (e não o clube de coração) as respostas foram (pela ordem): ao vivo pela televisão; ao vivo pelo estádio; acompanhar os resultados após o jogo e ao vivo pela internet.

Quando questionados onde costumam assistir aos jogos quando não estão no estádio as respostas foram (pela ordem): em casa, sozinho; em casa, com a familia; em casa, com amigos; em bares; na casa de amigos; pela internet (celular/notebook/tablet) e em eventos (churrasco e festas).

Os torcedores também listaram os motivos que o fazem aderir aos programas de fidelidade. As respostas foram (pela ordem): prioridade em compra e desconto em ingressos para jogos; contribuir financeiramente para o fortalecimento do time; descontos em produtos oficiais do time; descontos em produtos e serviços de parceiros oficiais do time e promoções e experiências exclusivas.

Já os times mais bem avaliados no torneio foram o Corinthians, o último campeão, o Atlético-MG, que ficou com o vice na temproada passada, e o Palmeiras.

PF deflagra 30ª fase da operação Lava-Jato

A Polícia Federal (PF) deflagra nesta terça-feira a 30ª fase da Operação Lava-Jato, batizada de “Operação Vício”, nome que remete à sistemática prática de corrupção por funcionários da Petrobras e agentes políticos. São cumpridos, desde a madrugada, no Rio e em São Paulo, 28 mandados judiciais, dos quais dois são de prisão preventiva, 28 de busca e apreensão e 9 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento. A ação mira três grupos de empresas que faziam contratos fictícios com laranjas.

Foram mobilizados para a nova fase da operação 50 policiais federais e 10 servidores da Receita Federal. Aos investigados, são atribuídos crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de ativos. Os presos e o material apreendido devem ser levados ainda nesta terça para a Superintendência da PF em Curitiba.

Segundo a PF, as investigações estão inseridas diretamente no já revelado esquema de corrupção e lavagem de ativos decorrentes de contratos firmados com a Petrobras. Trata-se da apreciação de vários contratos e correspondentes repasses de valores não devidos ocorridos entre empresas contratantes e as diretorias de Serviços e Engenharia e de Abastecimento da estatal.

A PF disse ainda que, em outro procedimento, também estão sendo cumpridos mandados que buscam a apuração de pagamentos indevidos a um executivo da área internacional da Petrobras em contratos firmados para aquisição de navios-sondas.

EX-TESOUREIRO DO PP PRESO NA 29ª FASE

A nova fase acontece um dia depois de a PF realizar a 29ª etapa da operação, batizada de “Repescagem”. A ação mirou o ex-tesoureiro do PP, João Cláudio Genu, que teve a prisão preventiva decretada. Foram cumpridos ainda seis mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária.

Genu foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão, em 2012, mas a punição prescreveu durante a fase de recursos. As investigações da força tarefa da Lava-Jato apontam que o ex-tesoureiro também recebeu propina no esquema de corrupção da Petrobras.

Pânico no Congresso: Sarney e Renan também gravados

A fonte que teve acesso aos áudios de Calheiros e Sarney disse que o conteúdo revelado em relação à Jucá “não é nada” comparado com a conversa de Renan e Sarney 

O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, não gravou apenas Romero Jucá. Machado registrou também áudios do presidente do Senado, Renan Calheiros e do ex-presidente da República José Sarney. 

Segundo o jornal, a fonte que teve acesso aos áudios de Calheiros e Sarney disse que o conteúdo revelado em relação à Jucá “não é nada” comparado com a conversa de Renan e Sarney.

As gravações foram feitas no âmbito da delação premiada negociada entre Sérgio Machado e a Procuradoria-Geral da República desde março.

Na delação, outros senadores do PMDB são comprometidos. São eles: Jáder Barbalho e Edilson Lobão.

A delação de Machado aguarda a homologação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Teori Zavascki.

Leia trechos dos diálogos entre Jucá e Sérgio Machado

Semanas antes da votação do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff na Câmara, em março, o atual ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), sugeriu em conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo resultaria em um pacto para “estancar a sangria” atribuída à Operação Lava-Jato. As informações foram divulgadas pelo jornal “Folha de S. Paulo” na edição desta segunda-feira.

SÉRGIO MACHADO - Mas viu, Romero, então eu acho a situação gravíssima.

ROMERO JUCÁ - Eu ontem fui muito claro. [...] Eu só acho o seguinte: com Dilma não dá, com a situação que está. Não adianta esse projeto de mandar o Lula para cá ser ministro, para tocar um gabinete, isso termina por jogar no chão a expectativa da economia. Porque se o Lula entrar, ele vai falar para a CUT, para o MST, é só quem ouve ele mais, quem dá algum crédito, o resto ninguém dá mais credito a ele para porra nenhuma. Concorda comigo? O Lula vai reunir ali com os setores empresariais?

MACHADO - Agora, ele acordou a militância do PT.

Continue lendo: Leia trechos dos diálogos entre Romero Jucá e Sérgio Machado

A contagem regressiva de Temer

Menos mal que Temer tenha sido rápido no gatilho ao demitir o ministro Romero Jucá (PMDB-RR), do Planejamento, envolvido numa trama para deter o avanço da Lava-Jato.

Foi mais rápido do que Itamar Franco, o vice que sucedeu Fernando Collor na presidência da República, e que introduziu por aqui o fuzilamento relâmpago de auxiliares suspeitos.

Nem por isso, Temer escapará do desgaste de ter feito ministro um político de extensa folha corrida, investigado em seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal.

Em 2005, no primeiro governo Lula, Jucá foi ministro da Previdência. Acabou abatido por denúncias de corrupção. Ficou apenas três meses no cargo. Desta vez, nem 13 dias.

O legalista Temer sabe que investigado não quer dizer culpado. Mas o experiente político Temer sabe também que o investigado alvo de muitas investigações pode tornar-se uma companhia incômoda.

Foi o que aconteceu com Jucá. Era uma bola cantada. É o que poderá acontecer com outros ministros enrolados com a Lava-Jato. Não vale a desculpa de que eles foram indicados por seus partidos.

Por igual motivo, não vale a desculpa de que quase 300 deputados, obedientes a Eduardo Cunha (PMDB-RJ) indicaram para líder do governo na Câmara um colega acusado até de assassinato.

Que capital político Temer pensa que tem para dar-se ao luxo de não ser cuidadoso? A quem ele imagina dever sua ascensão à vaga de Dilma? Somente aos seus amigos do Congresso?

Ele deve, primeiro, a Dilma, e aos graves erros cometidos por ela, Lula e o PT. E, segundo, à maioria dos brasileiros que apoiaram o impeachment apesar de não confiarem nele, Temer.

Sem apoio no Congresso não se governa. Mas contra as ruas, ou indiferente a elas, está cada vez mais difícil governar. Elas não querem Dilma de volta. Mas não querem Temer necessariamente.

O governo provisório dele, repleto de cargos ainda por preencher, mal começou, e começou mal. Arrisca-se a passar em pouco tempo à condição de governo mínimo.

Em breve, a herança maldita legada por Dilma causará mais desconforto a Temer do que a Dilma e ao PT. Dele serão cobradas soluções para os problemas que afundaram o país e seus habitantes.

Dilma voltará a Porto Alegre, de onde não deveria ter saído. Lula e o PT não irão para a oposição porque já estão nela. Lula e o PT ainda poderão ter futuro, certamente modesto.

O futuro de Temer será ou não construído por ele em um prazo curto de poucos meses ou de poucas semanas. A contagem regressiva começou.

Após gravação, Sarney e Renan sofrem de "mimfobia"

A notícia de que o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado negocia com o Ministério Público Federal um acordo de delação premiada fez nascer em Renan Calheiros e José Sarney, os dois principais caciques do PMDB, um novo tipo de medo. Ambos passaram a sofrer de “mimfobia”. Têm medo de si mesmos.

A exemplo do que sucedeu com Romero Jucá, o correligionário Machado gravou com um aparelho de celular conversas que manteve com Renan e Sarney. Os dois entregam-se a um exercício de memória para recordar o que disseram. O medo das próprias palavras os segue como uma sombra. Às vezes se confunde com ela.