Sala do Empreendedor é inaugurada em Belém do São Francisco


A Prefeitura de Belém do São Francisco, em parceria com o Sebrae/Petrolina, inaugurou, na última segunda-feira (25 de abril) a Sala do Empreendedor do município. O espaço vai funcionar no prédio da Secretaria de Turismo, Cultura e Desenvolvimento Econômico, oferecendo orientações para agilizar a abertura e regularização de micro e pequenos negócios.

A inauguração contou com a presença do prefeito Gustavo Caribé, da secretária de Assistência Social, Laisa Duarte Caribé, da secretária de Saúde, Diliane Sá, da gerente da Unidade de Negócios Sertão do São Francisco, Edneide Gonçalves Libório, da Analista Sebrae, Maria Regina Santana, dos vereadores Zé Neto e Aurora Guedes, empresários e micro-empreendedores, além de lideranças políticas.

A Sala do Empreendedor vai contar com os agentes de desenvolvimento Núria Granja, Wilianny Cruz, Joseni e Ivison Teixeira que, junto com outros profissionais, irão acelerar as ações de desburocratização e formalização de empresas, simplificando processos e esclarecendo informações sobre vigilância sanitária, uso e ocupação do solo, tributação e alvará de funcionamento 

Lei Geral - A criação da Sala atende a uma das exigências da Lei Complementar 123/2006, conhecida como Lei Geral das MPEs, que tem como objetivo oferecer um tratamento diferenciado aos proprietários de micro e pequenas empresas para estimular o empreendedorismo e promover o crescimento econômico local. 

Para avançar ainda mais no apoio aos empreendedores locais, o município ainda precisa adotar outras medidas, como a implantação do Comitê Gestor da Lei Geral Municipal, reduzir o prazo para a abertura de empresas, ampliar ainda mais a participação das micro e pequenas empresas nas compras governamentais do município, além de ampliar os serviços oferecidos pela Sala do Empreendedor. - Via: Ascom

Santa Cruz bate Campinense e abre vantagem na final do Nordestão

Santa Cruz bate Campinense e abre vantagem na final do Nordestão

Com gol de Bruno Moraes nos acréscimos, o Santa Cruz sofreu, mas bateu o Campinense e saiu em vantagem na final da Copa do Nordeste. Nesta quarta-feira (27), em um Arruda lotado, os tricolores venceram os paraibanos por 2×1 e só precisam de um empate no próximo domingo, em Campina Grande, para conquistar o inédito título regional.

Mesmo com milhares torcendo contra, o Campinense não se intimidou e tomou as rédeas da partida no início. Usando principalmente o lado direito, com o ala Negretti e o meia Roger Gaúcho, os paraibanos chegaram com perigo e ameaçaram a meta de Tiago Cardoso, com Filipe Ramon perdendo duas boas chances nos 30 primeiros minutos da partida.

O Campinense, porém, não contava com o efeito Grafite. No melhor momento do Campinense na partida, o experiente jogador abriu o placar. Após cruzamento preciso de Leandrinho, aos 29, o atacante subiu mais que a zaga paraibana e estufou as redes de Glédson.

O gol acordou a equipe tricolor, que passou a usar melhor a sua especialidade: a velocidade. Apostando nas arrancadas de Arthur e Lelê, o Santa Cruz ainda teve duas chances antes do intervalo, ambas desperdiçadas por Keno.

Uma situação incomum ocorreu no primeiro tempo. Aos 14 minutos, o juiz Arilson Bispo da Anunciação sentiu a panturrilha esquerda e teve que ser substituído. Quem entrou em campo foi o quarto árbitro, o pernambucano Nielson Nogueira Dias.

A segunda etapa começou bem diferente. Mesmo na frente, o Santa Cruz pressionou muito o Campinense. Nos 15 minutos iniciais, foram três grandes chances. Na primeira, aos cinco, Glédson fez um milagre na cabeçada de Arthur. Quatro minutos depois, Leandrinho cobrou falta e o goleiro paraibano saiu no soco. Na sobra, Leandro Sobral cabeceou contra a própria meta. A bola bateu na trave. Por fim, com 13 minutos, Grafite roubou a bola na entrada da grande área e rolou para Lelê. O meia-atacante ajeitou o corpo e chutou para boa defesa de Glédson.

Assim como na primeira etapa, quando o Campinense mais assustava, o gol de empate saiu no momento de maior pressão do Santa Cruz. Em cruzamento de Filipe Ramon, aos 26 minutos, o zagueiro Tiago Sala cabecou para o fundo das redes. O Santa respondeu no minuto seguinte, quando Lelê recebeu na entrada da grande área e chutou por cima.

Na base da superação, o Santa Cruz fez o gol salvador aos 46 minutos, com dois jogadores que vieram do banco. O meia Raniel arrancou pela esquerda e rolou para Bruno Moraes chutar no canto direito de Glédson. Logo após o gol, o árbitro Nielson Nogueira Dias encerrou a partida, para delírio da torcida tricolor.

Câmara aprova fim da reeleição para presidente, governador e prefeito

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Em votação na noite de ontem (27), a Câmara Federal aprovou, por 452 votos a favor e 19 contra, o fim da reeleição para mandatos executivos – presidente da República, governadores e prefeitos. Houve ainda uma abstenção.

O texto da emenda deverá agora ser votado em segundo turno na Câmara e segue para o Senado caso aprovado. A votação faz parte do pacote de reforma política em discussão no Legislativo, a PEC 182/2007.

O texto aprovado é de autoria de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e prevê transição. O fim da reeleição não se aplicará aos governadores eleitos em 2014 e aos prefeitos eleitos em 2012 nem a quem os suceder ou substituir nos seis meses anteriores à eleição seguinte. Dilma Rousseff, reeleita em 2014, já não poderia se candidatar ao cargo em 2018. Segundo o texto, deputados estaduais e federais, senadores e vereadores continuam aptos a disputar a reeleição.

Todos os partidos votaram em maioria a favor da emenda que acaba com a reeleição. O partido com maior número de votos contra o fim da reeleição foi o Democratas, com cinco votos ‘não’ de um total de 20 parlamentares. PT e PMDB, principal aliado na bancada governista, tiveram três votos contra a emenda cada um. Outros três votos contra vieram de deputados do PTB.

A única abstenção também veio do PT, com Weliton Prado (MG). Confira a lista completa de como votou cada parlamentar.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou ser favorável à medida mais pelo efeito em cidades pequenas, onde, segundo ele, prefeitos acabam governando para se reelegerem. No entanto, ele diz duvidar do efeito em governos estaduais e na Presidência.

“Já tive momentos com uma posição favorável e momentos com uma posição desfavorável, mas hoje estou consciente de que é melhor para o Brasil o fim da reeleição”, disse Cunha. “A gente vê muitos problemas em prefeituras, especialmente as menores, em que o prefeito acaba, na realidade, fazendo o mandato em função da reeleição. Isso de uma certa forma impede a renovação dos quadros políticos, mas para as prefeituras, não sei se nos Estados e até na União tem o mesmo impacto”, completou.

A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da reforma política começou a ser votada nesta semana. Na última terça-feira (26), o plenário rejeitou uma proposta que incluía na Constituição a permissão para que empresas fizessem doações para candidatos e partidos. Após a votação, a Ordem do Dia foi encerrada. Nesta quinta-feira, a partir das 12h, os deputados continuam a votar a reforma política por temas.

LEGADO DE FHC

A reeleição para cargos do Executivo foi aprovada pelo Congresso Nacional em 1997 sob o comando do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que queria disputar um novo mandato no ano seguinte. Na época, a proposta sofreu oposição do PT.

O partido, que chegou ao governo federal em 2003, já disputou e venceu por duas vezes a reeleição, com Luiz Inácio Lula da Silva (em 2006) e Dilma Rousseff (2014).

“O modelo não se mostrou produtivo para o país, houve muitas distorções”, reforçou o líder da bancada do PMDB, Leonardo Picciani (RJ).

Embora os petistas tenham sido discretos na sessão, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou que não vê problema na decisão. “Quem criou a reeleição foi o PSDB, ou seja, quem pariu Mateus que o embale. Defendo o fim da reeleição, com mandato de cinco anos.” Uol

Dilma decide não fazer transição com vice

160223192856_dilma_temer_palacio_640x360_antoniocruzlagenciabrasil_nocreditO Palácio do Planalto e a cúpula do PT já começaram a traçar estratégias de reação a uma eventual gestão do vice-presidente Michel Temer e decidiram que não farão qualquer tipo de transição de governo. A ordem no Planalto para todos os ministérios controlados pelo PT é deixar Temer “à míngua”, sem informações sobre a administração, e acelerar programas em fase de conclusão para que sejam lançados pela presidente Dilma Rousseff.

Em reunião a portas fechadas com o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, e com o presidente do PT, Rui Falcão, deputados foram informados na quarta-feira de que a atual equipe não vai respaldar um governo “ilegítimo” e, por isso, não haverá transição para Temer. Até arquivos com dados estratégicos da administração estariam sendo apagados.

Com a certeza de que Dilma será afastada por até 180 dias no primeiro julgamento no plenário do Senado, que deve ocorrer em 11 de maio, governo e PT já preparam os próximos passos do divórcio litigioso. A ideia é reforçar a estratégia de carimbar Temer como “golpista” e “vice 1%”, numa referência à sua falta de densidade eleitoral.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a Dilma, com quem almoçou na quarta, um “pente-fino” em todos os programas sociais dos 13 anos do PT no governo, desde o seu primeiro mandato. A intenção é bater na tecla do legado do partido, com vitrines como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, em contraposição ao programa “ortodoxo” de Temer, que, no diagnóstico dos petistas, prevê mais sacrifícios aos menos favorecidos.

Apesar de ser alvo da Operação Lava Jato e ter perdido capital político, Lula é o único nome forte de que o PT dispõe para a sucessão presidencial de 2018 e tudo será feito pelo partido para construir a narrativa de que Dilma foi “apeada do poder”.

Proximidade

“Se o PMDB não figurasse na chapa, em 2014, dificilmente a presidente Dilma venceria aquelas eleições”, rebateu o ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, um dos dirigentes mais próximos de Temer nas fileiras do PMDB.

Padilha ajudou o vice na articulação política do governo com o Congresso, de abril a agosto do ano passado, mas saiu do posto por considerar que o PMDB era sabotado no Planalto. Na época, Temer também deixou a função, semanas após dizer que o Brasil precisava de “alguém com capacidade de reunificar” o País. Nome certo na equipe de Temer, Padilha foi um dos principais articuladores dos votos pró-impeachment na Câmara, ajudando a atrair antigos aliados de Dilma.

“Não se pode falar em golpe quanto tudo está sendo feito conforme a Constituição”, insistiu Padilha. “A luta política é legítima, desde que não queiram acirrar o clima do ‘quanto pior, melhor’.”

Embora a equipe de Temer suspeite que petistas estejam deletando arquivos contendo indicações políticas para diversos cargos, isso não é considerado um problema. Motivo: antes de deixar o governo, o próprio Padilha entregou a Dilma e a Berzoini planilhas contendo todos os cargos do primeiro, segundo e terceiros escalões. As listas continham os padrinhos de cada um e como cada deputado e senador de partido aliado havia votado nos principais projetos de interesse do Planalto.

Eduardo Cunha

Na reunião com Berzoini, que contou com 45 dos 57 deputados da bancada petista, na sede do partido, houve muitas críticas ao Supremo Tribunal Federal, que ainda não se posicionou sobre o pedido da Procuradoria-Geral da República para afastar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Réu no Supremo, acusado de desviar recursos no esquema na Petrobras, Cunha enfrenta processo de cassação do mandato no Conselho de Ética e foi o algoz de Dilma ao conduzir o impeachment na Câmara.

“Como a gente pode fazer transição para um governo desses, que tem Cunha como sócio de Temer?”, perguntou um deputado, confirmando a estratégia petista de “exportar” o desgaste do presidente da Câmara para o vice. “Transição é quando há um governo eleito, com legitimidade. Não é este o caso.”

Em conversas reservadas, Dilma deu sinais de que está disposta a enviar ao Congresso uma proposta de antecipação das eleições para encurtar o próprio mandato. O vazamento dessa estratégia, porém, aborreceu Dilma. Os movimentos sociais são contra, sob o argumento de que isso enfraqueceria nas ruas a “batalha” contra o impeachment. Apesar de apoiar o plano, até para “emparedar” Temer, o PT decidiu não erguer agora a bandeira das “diretas já”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Eduardo Cunha tirou Silvio Santos da corrida presidencial em 1989


O presidente da Câmara de deputados, Eduardo Cunha, foi o responsável por tirar Silvio Santos da corrida presidencial em 1989. 

De acordo com o Buzzfeed, foi o peemedebista que encontrou uma falha no registro do PMB, legenda pelo qual o dono do STB saiu como candidato. 

Na época, a concorrência de Silvio era um dos maiores temores de Fernando Collor de Mello. Com o feito, Cunha foi indicado por PC Farias para a presidência da Telerj, a estatal de telefones do Rio de Janeiro. 

O erro descoberto por Cunha era que o PMB não havia feito o número mínimo de convenções exigido pela legislação eleitoral. Eram nove e o partido comprovou somente quatro. Foi então que no dia 9 de novembro de 1989, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) caçou o registro do PMB e anulou a candidatura do Homem do Baú. 

O apresentador não tentou novamente a carreira política, ao contrário de Cunha, que não só chegou à liderança dos deputados, como agora acumula processos por suspeita de recebimento de propina.

Programas sociais de Temer vão focar os ‘5% mais pobres’

O vice-presidente Michel Temer pretende reformular as principais vitrines do governo PT para aumentar os benefícios à camada mais pobre da população, caso assuma a Presidência se o afastamento da presidente Dilma Rousseff for aprovado no Senado. O foco nos mais pobres abrirá espaço no Orçamento da União para dar o reajuste a uma parcela do Bolsa Família e relançar o Minha Casa Minha Vida e o Pronatec, duas das principais bandeiras da presidente.

As propostas estão no documento “A Travessia Social”, formulado pela Fundação Ulysses Guimarães, ligada ao PMDB, ao qual o Estado teve acesso. As diretrizes só serão divulgadas no site da fundação na próxima segunda-feira.

O objetivo de um eventual governo Temer na área social é elevar o padrão de vida dos 5% mais pobres do País, que correspondem a 10 milhões de pessoas. Para essa parcela da população tem sido mais desafiador promover a inclusão social e produtiva, diz o documento, cheio de críticas à forma como o governo Dilma conduz os programas sociais.

“Também há compatibilidade entre políticas sociais destinadas às camadas mais pobres da população e equilíbrio fiscal. É preciso dizer que nem todas as políticas sociais no Brasil têm seu foco nos grupos sociais mais carentes”, afirma o documento. A expansão do sistema de proteção social para os 10 milhões de brasileiros que compõem os 5% mais pobres deve ser feita por meio do Bolsa Família, que seria mantido.

Atualmente, o programa contempla cerca de 14 milhões de famílias. O governo gasta, em média, R$ 2,3 bilhões por mês com o projeto de transferência de renda, com o valor médio de R$ 163,57 por família.

Para o PMDB, a camada situada acima do limite de 5% até o de 40% mais pobres está “perfeitamente conectada à economia” e deve ter benefícios como uma eventual retomada da atividade econômica. Para esses trabalhadores, um eventual governo Temer deve criar um “abrangente programa de certificação de capacidades”. Segundo o documento, o ideal seria garantir a cada trabalhador com carteira assinada ou no mercado informal o direito de uma formação por ano. Esse “cupom de qualificação” poderia ser usado como um ativo para aqueles que procuram emprego e uma ferramenta para melhorar a renda dos que já têm emprego por meio do ganho de produtividade.

Pronatec

Sobre o Pronatec, o Travessia defende que se avalie se os cursos oferecidos representaram efetivamente uma melhoria real do emprego e da renda do trabalhador, em vez de se verificar se o número de matrículas foi alcançado em cada período. Segundo o documento do PMDB, isso nunca foi feito. O partido prevê relançar o Pronatec “revigorado”, focado em cursos que atendam às necessidades dos mercados locais. “O colapso fiscal do Estado está matando um programa correto e produtivo”, diz o documento. Conforme o texto, as matrículas despencaram em 2015 para 800 mil depois de atingir mais de 2 milhões no ano anterior. Os treinamentos em 2015 foram executados pelo Sistema S, mas a União não desembolsou efetivamente todos os recursos, o que resultou numa dívida pendente de R$ 2 bilhões.

Minha Casa

Em relação ao Minha Casa Minha Vida, o documento diz que é preciso relançá-lo, tendo como prioridade os mais pobres. O PMDB afirma que o objetivo é fazer com que o programa, que está praticamente parado, volte a ser uma prioridade. “O MCMV foi abandonado pelo governo atual, deixando um rastro de investimentos frustrados na indústria da construção e um déficit habitacional crescente nas periferias”, critica. Segundo números do documento, ao permitir o “descalabro fiscal”, construído em anos de negligência, o governo federal assiste ao esvaziamento do programa, com impacto na criação ou manutenção de 1,7 milhão de empregos diretos e indiretos.

Estimativas do partido afirmam que, por ano, 1,3 milhão de novas famílias acaba se instalando em habitações precárias em áreas não completamente urbanizadas. O déficit acumulado projetado pelo partido é de 6 milhões de habitações sem os padrões adequados.

O texto destaca, porém, que uma agenda social deve conter, em primeiro lugar, crescimento econômico, redução da inflação às metas do Banco Central e volta do equilíbrio fiscal.

'Travessia social'

Princípios do documento elaborado pelo PMDB que vão nortear as ações de um eventual governo Temer na área social:

-  ‘Bolsa Família’

Elevar o padrão de vida dos 5% mais pobres – o equivalente a um total de 10 milhões de  pessoas

-   Habitação

Relançar o programa habitacional Minha Casa Minha Vida, tendo como prioridade a população mais pobres.

-  Emprego

“Revigorar” o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), focado em cursos que atendam as necessidades dos mercados locais.

-  Capacitação

Criar um programa de certificação de capacidades – cada trabalhador terá direito a uma formação por ano.

Luciano Huck e Angélica usam carrinho de golfe para se locomover em sua casa no RJ

<p>Luciano Huck e Angélica resolveram adotar um jeito bem diferente para se locomover na própria casa, no Rio de Janeiro. O casal passeia pela propriedade com um carrinho de golfe.</p><p>Tudo isso porque a área externa da residência é bem grande, segundo o jornal “Agora S. Paulo”.</p><p>A mansão que fica no Joá, zona oeste da Cidade Maravilhosa, possui dez cômodos, sala de cinema e até mesmo heliporto.</p>

Luciano Huck e Angélica resolveram adotar um jeito bem diferente para se locomover na própria casa, no Rio de Janeiro. O casal passeia pela propriedade com um carrinho de golfe.
Tudo isso porque a área externa da residência é bem grande, segundo o jornal “Agora S. Paulo”.
A mansão que fica no Joá, zona oeste da Cidade Maravilhosa, possui dez cômodos, sala de cinema e até mesmo heliporto.

Tia de ex-miss Bumbum contratada pelo marido, novo ministro do Turismo, é demitida

Alessandro Teixeira, que é filiado ao PT, trabalhou com a presidente Dilma Rousseff como coordenador do programa de governo da campanha de reeleição, em 2014.

O ensaio fotográfico da ex-miss bumbum Miami 2013 Milena Santos, que se autointitulou em seu perfil no Facebook, primeira-dama do Ministério do Turismo do Brasil, fez a primeira vítima. Foi Delfina Alzira da Silva Gutierrez, tia de Milena Santos. Delfina foi nomeada, em novembro do ano passado, pelo então presidente da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e nomeado há uma semana ministro do Turismo, Alessandro Teixeira, para ocupar o cargo de secretária no órgão, com salário de R$ 19.488,60. Diante do novo escândalo, a tia da ex-miss bumbum foi demitida.

“Em função da mudança de direção da ABDI, e consequente reestruturação do gabinete da Presidência, informamos que, a senhora Delfina Silva Gutierrez, foi desligada desta Agência”, informou, em nota, assessoria de imprensa do órgão. Apesar de exercer a função de secretária, Delfina Gutierrez ocupava um cargo de assessoramento especial da diretoria de nível 3 (CAE-3).

A ABDI é um órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDICT) e tem por missão “desenvolver ações estratégicas para a Política Industrial, promovendo o investimento produtivo, o emprego, a inovação e a competitividade da indústria brasileira”. A agência é considera uma das caixas-pretas do governo em termos de contratações e salários e os vencimentos dos funcionários não podem ser acessados pelo Portal da Transparência do governo federal.

Alessandro Teixeira, que é filiado ao PT, trabalhou com a presidente Dilma Rousseff, como coordenador do programa de governo da campanha de reeleição, em 2014, antes de assumir o Ministério do Turismo. Ele era considerado nome de confiança da presidente, com quem trabalhou como assessor especial e que o acompanha desde os tempos de militância política no Rio Grande do Sul. No Planalto a nova notícia envolvendo Alessandro foi recebida com “desagrado” e “constrangimento” porque ajuda a “macular a imagem do governo, que já enfrenta inúmeros problemas”.

Até então sempre discreto, Alessandro Teixeira ganhou notoriedade após sua mulher, publicar, na última segunda-feira, em sua página do Facebook, uma série de fotos provocantes ao lado do marido, marcando sua estreia como “primeira-dama” da pasta. Junto com as fotos, postou que era o seu primeiro dia “no cargo”. “Não é atoa (sic) que ao lado de um grande Homem, existe sempre uma linda e poderosa mulher”, dizia Milena Santos, que concorreu por três vezes a vereadora em Salvador, pelo PSL. Em outra postagem, ao fazer critica às manifestações contra a presidente Dilma e o processo de impeachment, Milena afirmava: “nós deveríamos parar com a hipocrisia do 'quem não mama, chora' e refazer algumas leis, como: ficha limpa, foro privilegiado e quebra de sigilo bancário para políticos . Quebra de cigilo (sic) bancário para políticos... Desculpem os ignorantes, mais o que vejo claramente é um grupo que não está no poder querendo derrubar o outro que está! No final das contas , só existe um perdedor ....nós, que vamos pagar mais essa conta!!!”

Diante da repercussão, Milena excluiu o seu perfil do facebook. Na ocasião, o ministro Alessandro Teixeira “repudiou a exposição da intimidade do casal” e “lamentou” que tenham sido “resgatadas fotos antigas para denegrir a imagem dos dois”. - 

Defesa de Lula pede afastamento de procurador da Lava Jato

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram nesta quarta-feira (27) com uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para afastar o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos integrantes da força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato. A defesa alega que o procurador antecipou pré-julgamento em relação a culpabilidade de Lula em entrevistas à imprensa.

Segundo a defesa, Carlos Fernando revelou seu “anseio pessoal em envolver indevidamente o ex-presidenteArquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil

De acordo com nota divulgada pelo Instituto Lula, a defesa afirmou que o procurador, ao acusar Lula antecipadamente, “alimenta a perseguição midiática que tem o objetivo de atacar a honra e a imagem do ex-presidente”.

Segundo a defesa, Carlos Fernando revelou seu “anseio pessoal em envolver indevidamente o ex-presidente nas investigações.”

”Isso mostra evidente pré-julgamento e a busca não da verdade, mas apenas de elementos que estariam de acordo com o pré-julgamento público emitido pelo procurador”, acrescentou o instituto. 

O ex-presidente é investigado sobre supostas irregularidades na compra da cota de apartamento tríplex no Guarujá (SP) e em benfeitorias em um sítio frequentado por sua família em Atibaia (SP).

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) adiou o julgamento sobre a validade da nomeação de Lula para ocupar o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, suspensa no mês passado, por meio de uma liminar do ministro Gilmar Mendes. Não há data para retomada do julgamento. Com informações da Agência Brasil.

Temer negocia fim da reeleição para fechar aliança com PSDB

<p>Aécio Neves e Renan Calheiros estiveram reunidos com Michel Temer nesta quarta-feira (27).</p>

O vice-presidente Michel Temer está tentando firmar aliança com o PSDB, caso assuma a Presidência. Para negociar a parceria, o peemedebista deu sinais de que pretende encaminhar um projeto de lei que acabe com a reeleição a partir de 2018.

Segundo informações da Folha de S. Paulo, a iniciativa foi discutida nos bastidores e se tornou pública depois do encontro do vice com o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), ao qual Temer pediu "apoio institucional" da sigla.

Temer e Aécio estiveram reunidos nesta quarta-feira (27) e, depois dos encontros, Aécio afirmou que a legenda "dará sua contribuição ao país" e confirmou que a sigla não pretende "criar dificuldades" para tucanos que sejam convidados a chefiar ministérios.

O PSDB teria imposto à Temer a adoção de uma lista de propostas que o PSDB considera "emergenciais" para o País. Se o vice o fizer, "deverá ficar livre para montar seu ministério com os melhores nomes que encontrar", declarou Aécio.

Durante a reunião, na casa de Aécio, o tucano explicou os principais pontos de "termo de adesão ao vice. Em seguida, eles voltaram a se encontrar, desta vez na casa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

"Tínhamos duas opções: lavar as mãos ou ajudar o país a sair da crise", disse Aécio. "Vamos dar a nossa contribuição. E seremos julgados pelo que fizermos e pelo que deixarmos de fazer."

O senador tucano vem articulando o seu discurso com relação à nomeação de filiados ao PSDB a ministérios. Aécio chegou a afirmar que acharia melhor que o participação do partido se limitasse ao apoio no Congresso, mas que não criará dificuldades se Temer buscar por conta própria quadros tucanos.

"Nossa conversa não gira em torno de cargos", afirmou. "Temos uma agenda para o país e queremos contribuir com ela", pontuou. A cautela sobre o tema está relacionada às divergências internas do PSDB sobre o apoio Temer.

No entanto, como destaca a Folha, a ala ligada ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, quer que o partido não autorize a nomeação de filiados e exija que os que desejarem integrar o governo peçam licença da legenda.

Aécio quer diminuir o conflito de opiniões dentro do partido e vai viajar a São Paulo nesta quinta (28) para apresentar as intenções de Temer a Alckmin e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.